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Caio Martinez, sambista gaúcho, começou a cantar profissionalmente em 2002 com o Feijoada Completa, grupo de samba que integrou até 2007, ano da criação da Gafieira Ziriguidum. Nesse período, iniciou seu trabalho como compositor e, mais tarde, arranjador.
Atualmente, o cantor participa com Alexandre Missel, Moreno Morais e Rodolpho Bittencourt do Entretantos, coletivo de cantores e compositores unidos com o objetivo de, em um único espetáculo, apresentar um repertório de canções inéditas para esse projeto.
Desde 2010, Caio Martinez canta em seu projeto "Gafieira Elétrica", revivendo a atmosfera existente nos antigos “clubes de dança”, as gafieiras, redutos do que havia de melhor na música popular.
Caio e a Gafieira Elétrica apresentaram-se para grandes públicos no Baile da Cidade, em 2012, no parque Farroupilha e no Reveillon de Porto Alegre, em 2013, na Usina do Gasômetro, evento que já havia realizado com a Gafieira do Ziriguidum, em 2010.

Como letrista e melodista, manifesta influências de múltiplos gêneros e estilos, com excelência e sensibilidade que acusam uma veia poética e um rigor estético-musical já reconhecido por diversos músicos, compositores e críticos culturais. Juarez Fonseca, crítico musical, em sua coluna, disse:
“Paralelamente ao talento e à bela voz, um dos diferenciais de Caio é o estudo do samba, coisa que faz desde antes do tempo em que integrava o grupo Feijoada Completa.”

Em 2008, passa a participar de festivais, acumulando prêmios regionais (Moenda da Canção, Tafona da Canção, Musicanto Sul-americano, Canto da Lagoa, Reponte da Canção, Coxilha Negra, Festival de Música de Porto Alegre) e de outros estados do país (FEM – Festival Nacional de MPB, Festival Viola de Todos os Cantos da Globo EPTV, FENAC – Festival Nacional da Canção, FAMPOP – Festival de Música Popular de Avaré, Certame da Canção de Tatuí-SP). Em 2015, com a composição Vai Virar Corno, ficou entre os dez finalistas do Concurso Nacional de Marchinhas, evento realizado na Fundição Progresso no Rio de Janeiro e exibido ao vivo no Programa Fantástico da Rede Globo.
Seu primeiro álbum, Coisas Nossas (2015), foi lançado em turnê pelo estado do Rio Grande do Sul com shows em Pelotas, Santa Maria, São Borja, Maquiné e Porto Alegre. Em 2015, o disco rendeu ao artista duas indicações, melhor compositor e melhor intérprete, ambas na categoria MPB do prêmio Açorianos de Música.

A boemia, o amor e a crítica social são traços característicos na obra do poeta, evidenciando apreço pelos seus ídolos. O amor lírico de Cartola flerta com o amor sofrido e mal resolvido de Lupicínio nas tramas de suas letras. O deboche de partideiro faz contraponto à seriedade das críticas sociais, ao gosto do São Chico Buarque.
Paulinho da Viola é caminho. João Nogueira, espelho.
Noel Rosa e Nelson Cavaquinho são lições.

Em 2014, com a cantora Nani Medeiros e a Banda Sinfônica Municipal de Porto Alegre, interpretou clássicos de Túlio Piva e Lupicínio Rodrigues, no Teatro Dante Barone, da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. O espetáculo foi repetido no Baile da Cidade, evento em comemoração aos 243 anos de Porto Alegre, realizado no Largo Glênio Peres, em 2015.

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